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Fly News
Os quadros da Fly Portugal contam com mais um colaborador: João Martinho - FLP 040.
Bem-vindo à companhia e desejos de bons voos na Fly Portugal!
Quinta, 17 Maio 2012 22:00
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Os quadros da Fly Portugal contam com novos membros:
FLP 036 JOSÉ PEREIRA,
FLP 037 CRISTIANO PEREIRA,
FLP 038 PEDRO MENDES,
FLP 039 RUI SILVA,
FLP 040 JOÃO MARINHO.
Sejam bem-vindos à companhia.
Quinta, 17 Maio 2012 18:18
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A Fly Portugal por questões logísticas viu-se obrigado a criar uma nova página de Facebook.
Pedimos aos nossos colaboradores/ simpatizantes e visitantes do site, que coloquem um gosto na respectiva página que pode ser visitada AQUI.
Muito obrigado.
P´la administração.
Terça, 15 Maio 2012 23:27
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O ASK-21 é um planador bilugar de elevada performance e grande manobrabilidade que embora satisfazendo as necessidades ligadas à instrução básica está, pelas suas características, fundamentalmente vocacionado para actividades avançadas do vôo à vela, ao nível de competição. É pois um planador que deve ser essencialmente utilizado para o vôo "mais alto e mais longe" assim como para a execução de manobras acrobáticas. O ASK-21 é operado pelo Departamento de Actividades Aéreas do Corpo de Alunos da Academia da Força Aérea.
Dimensões:

Envergadura.................. 17 m
Comprimento.................. 8,35 m
Altura........................... 1,55 m
Area alar....................... 17,95 m2

Performances:

Velocidade máxima.......... 280 Km/h
Velocidade minima........... 65 Km/h
Velocidade manobra......... 180 Km/h
Velocidade de reboque..... 174 Km/h
Melhor razão de planeio.... 35:1 a 46 nós VAI
Peso vazio..................... 360 Kg
Peso máx. descolagem..... 600 Kg
Terça, 15 Maio 2012 09:19
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O L-23 SUPER BLANIK é um planador bilugar (existe também na versão monolugar) de instrução que, pela sua simplicidade e robustez, está especialmente vocacionado para a iniciação ao vôo planado que é dirigida primariamente para a realização de circuitos entre a largada do reboque e a aterragem. Possui equipamento e instrumentação completa em ambos os "COCKPITS". O L-23 SUPER BLANIK é operado pelo Departamento de Actividades Aéreas do Corpo de Alunos da Academia da Força Aérea.
Dimensões:

Envergadura.................. 16,2 / 18,2 m (com extensões de asa/with wing extensions)
Comprimento.................. 8,5 m
Altura........................... 1,9 m
Area alar....................... 19,15 m2 / 20 m2 (com extensões de asa/with wing extensions)

Performances:

Velocidade máxima.......... 250 Km/h
Velocidade minima........... 60 Km/h
Velocidade manobra......... 160 Km/h
Velocidade de reboque..... 150 Km/h
Melhor razão de planeio.... 28:1 a 46 nós VAI
Peso vazio..................... 310 Kg / 315 Kg (com extensões de asa/with wing extensions)
Peso máx. descolagem..... 510 Kg
Terça, 15 Maio 2012 09:15
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O EPSILON-TB 30 produzido pela firma francesa AEROSPATIALE, foi projectado para servir a fase elementar de pilotagem e para permitir que se vá mais além através da fase básica (ou intermédia). É um avião bi-lugar em tandem, de asa baixa e curta e trem triciclo rectráctil. O motor de 6 cilindros horizontais é de injecção automática, possui um dispositivo de alimentação e lubrificação para o vôo invertido e acciona um hélice de velocidade constante. A configuração do seu painel de instrumentos, a sua velocidade de cruzeiro, a robustez da sua célula que suporta de +6,7 G a -3,35 G e a sensibilidade de comandos, conferem-lhe caracterísitcas similares às de um pequeno avião de caça convencional. O EPSILON-TB 30 é operado pela Esquadra 101 da Base Aérea de Sintra - BA1.
Motor:

AVCO LYCOMING-540 com a potência de 300 CV às 2.700 r.p.m.

Dimensões:

Envergadura.................. 7,92 m
Comprimento.................. 7,59 m
Altura........................... 2,66 m

Performances:

Velocidade máxima.......... 520 Km/h
Velocidade cruzeiro......... 370 Km/h
Alcance maximo.............. 680 MN
Autonomia maxima........... 03H45
Tecto de serviço............. 24.000 fts
Terça, 15 Maio 2012 09:12
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O CHIPMUNK MK20 é um avião bilugar em tandem, metálico, com trem fixo e travões hidráulicos de disco, dotados de duplo comando. Foi utilizado pela FAP para instrução elementar de pilotagem podendo, pelas suas características de vôo fazer toda a acrobacia e, em boas condições metereológicas, vôo nocturno e por instrumentos. Das cerca de 30 unidades que a Força Aérea dispunha e devido ao seu efectivo, foram seleccionadas 7 unidades que, com vista à execução de missões de reboque de planadores da AFA, foram submetidas a várias modificações. As modificações introduzidas constam de remotorização mais potente (145 HP para 180 HP); novo bloco de travões; novo rádio; transponder; derivas anti-vrille e pintura original da instrução na Força Aérea, com inscrição e emblema da Academia da Força Aérea.
Dimensões:

Envergadura.................. 10,46 m
Comprimento.................. 7,75 m
Altura........................... 2,13 m

Performances:

Velocidade máxima.......... 287 Km/h
Velocidade cruzeiro......... 204 Km/h
Alcance maximo.............. 445 Km
Autonomia maxima........... 2,3 h
Tecto máximo................. 4.820 m
Peso vazio..................... 647 Kg
Peso máx. descolagem..... 990 Kg
Terça, 15 Maio 2012 08:50
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A Força Aérea Portuguesa operou o T-6, que sempre foi designado de «Harvard», que era a designação da aeronave na Grã Bretanha e nos países da Commonwealth.
As aeronaves portuguesas foram recebidas de diversos países e no final dos anos 50 foi tomada a decisão de modificar todos os T-6 disponíveis na altura para a versão T-6G.
Os primeiros 56 exemplares do T-6 entregues a Portugal, foram fornecidos pelos Estados Unidos entre 1947 (quando chegaram os primeiros 27 exemplares) e 1951.
- 15 exemplares, foram fornecidos pela Grã Bretanha em 1956.
- 56 exemplares foram fornecidos pela França entre 1961 e 1962. Foram os primeiros T-6G e tinham capacidade para transportar armamento, tendo sido os primeiros a ser utilizados operacionalmente em África.
- Com 70 unidades fornecidas, o maior fornecedor deste equipamento foi a Alemanha, pois quase 30% dos T-6 vieram daquele país, tendo a transferência sido negociada em 1963 ainda durante o governo do Chanceler alemão Konrad Addenauer. Eram exemplares retirados de serviço na força aérea da Alemanha Federal. Os aviões foram incorporados no ano seguinte, 1964 com a transferência de 65 exemplares, a que se seguiu no ano seguinte a transferência de outros cinco exemplares.
- 60 exemplares foram fornecidos pela África do Sul em 1969.
O T-6G foi um dos modelos mais utilizados deste tipo de aeronave, após o final da II guerra. Ao contrário dos outros modelos a versão «G» é inteiramente constituida por células reconstruidas de exemplares mais antigos.
As modificações foram bastante significativas, e por isso, muitas das reconstruções foram consideradas como aeronaves novas. Na força aérea dos Estados Unidos, as aeronaves reconstruidas receberam novos numeros de série.
Tanto a força aérea quanto a marinha dos Estados Unidos iniciaram programas de reconstrução. Curiosamente, a marinha teve dificuldades em prosseguir com o seu programa, porque muitas aeronaves T-6 foram vendidas após o final do conflito.
O assento traseiro foi colocado numa posição 15cm mais elevada. A cauda recebeu um dispositivo de controlo herdado do P-51 «Mustang», com uma nova roda de maior diâmetro. A visibilidade foi melhorada, com uma carlinga com menos elementos metálicos.
Uma derivação do T-6G, conhecida como FT-6G chegou a ser apresentada como versão para operações de contra-guerrilha a vários países, mas sem sucesso.
No entanto, a versão proposta acabou por servir de inspiração para várias modificações efectuadas por vários países, que adaptaram o T-6 às suas necessidades específicas.
Essas modificações incluiram a adaptação de armamento.
O T-6 podia receber metralhadoras nas asas, adaptadas em «casulos» amoviveis, e também podia transportar bombas.
Entre os países que utilizaram o T-6 «Texan» como aeronave de apoio esteve Portugal. Em alguns comunicados dos movimentos oposicionistas - como ocorreu na Guiné - o T-6 «Texan», desenhado para treinar pilotos, era designado por «caça-bombardeiro».
Nas suas inúmeras versões e derivações, adaptado, construído, reconstruído ou construído sob licença, o T-6 «Texan» é provavelmente um dos mais importantes aviões ligeiros de treino desenhados durante a II Guerra Mundial.
Mais de 17.000 unidades foram fabricadas e milhares de exemplares foram modernizados e quase reconstruídos, transformando-se praticamente em novos aviões.
Entre as características que distinguem o «Texan» está a sua versatilidade, de que resultou a sua utilização para uma grande variedade de tarefas, desde a de treinador, a treinador avançado, caça ou bombardeiro leve.
O desenvolvimento desta aeronave começou com um projecto de 1934 destinado a fornecer ao governo dos Estados Unidos um avião de treino básico que recebeu a designação de NA-16.
Tratava-se de uma aeronave convencional, igeira, com parte da sua fuselagem tubular revestida por material têxtil. A única diferença apresentada pelo modelo, consistia no facto de ele ser constituído por quatro partes separadas, que eram construídas separadamente e posteriormente juntas para formar o avião.
Esse protótipo era movido por um motor Wright R-975-ET «Whirlwind» com uma potência de 400cv.
O primeiro NA-16 voou pela primeira vez em 1 de Abril de 1935 e foi a partir daí que foi apresentado o projecto à aviação do exército norte-americano.
O projecto era superior aos concorrentes e ganhou a concorrência, mas não sem que o exército tivesse pedido que fossem efectuadas várias modificações antes da produção em série, entre as quais estava uma carlinga deslizante que deveria cobrir completamente o piloto.
Embora pensado para avião de treino para a aviação do exército a para a marinha dos Estados Unidos, o fabricante começou a propor o seu fornecimento como aeronave de combate para outros países. Essa versão tinha capacidade para receber um motor mais poderoso, que dava melhores prestaçoes à aeronave.
Chegaram mesmo a ser concebidas duas versões de «avião de caça» que foram vendidas para a Tailandia e para o Peru.
A Austrália recebeu autorização para fabricar um derivado, que ficou conhecido como Wirraway.
Com a designação BC-1 foram encomendados 180 exemplares pela aviação do exército norte-americano, a que se somaram mais 92 na versão BC-1A e BC-2. Mas a maior encomenda foi efectuada pela força aérea britânica que pediu 400 unidades, que na Grã Bretanha seriam conhecidas como «Harvard-I».
Além da força aérea do exército norte-americano, a aeronave também foi encomendada pela marinha que encomendou 16 unidades e posteriormente mais 61 com um motor diferente e que designou como SJN-1 e SJN-2 respectivamente.
Foram produzidas várias sub-séries e variantes para vários países, entre os quais a China e a França.
AT-6 «Texan»
As qualidades do avião foram imediatamente aproveitadas para o transformar num avião de treino avançado, função que inicialmente não estava prevista para o Texan.
Esta versão estava equipada com um motor radial Pratt & Whitney modelo R-1340-49 «Wasp». Um total de 1549 foram fornecidos ao exército e outros 270 à marinha americana, sob a designação SNJ-3.
O AT-6B foi lançado posteriormente, como uma derivação adequada para treinar pontaria para pilotos de caça e por isso estava equipado com uma metralhadora 12.7mm na fuselagem.
AT-6C foi a designação do modelo seguinte, já durante o período da guerra, o que justifica o numero de encomendas. O exército encomendou 2.970 unidades e a marinha outros 2.400 (o AT-6C recebeu a designação SNJ-4 na marinha dos Estados Unidos). Os britânicos receberam 726 unidades deste modelo (que designaram Harvard-IIA)
AT-6D foi um modelo praticamente idêntico ao AT-6C, com modificações ao nível do sistema eléctrico. Foram fabricados 3.713 para o exército, 1.357 para a marinha (SNJ-5). A Grã Bretanha recebeu 351 aeronaves do tipo para a RAF enquanto que a Royal Navy encomendou mais 564 unidades.
O fabrico do Texan terminou com a guerra, mas a aeronave continuou a ser produzida no Canadá pela Canada Car & Foundry. Esta empresa lançou o Harvard-4 que se manteve em funções até aos anos 50 e que foi fornecido a vários países, entre os quais os próprios Estados Unidos e a Alemanha Federal.
Os Harvard-4 comprados pelos Estados Unidos ao Canadá foram designados T-6J.
O T-6G foi a última versão significativa (em termos de numeros) desta aeronave, mas ao contrário das outras versões, não se trata de aeronaves novas mas sim de aeronaves modernizadas para um novo padrão.
Vários países converteram as suas frotas para a versão AT-6G e em alguns casos utilizaram-nos até aos anos 80.
Esta versão foi utilizada por Portugal tanto como aeronave de treino, como nos conflitos em África para operações de ataque ao solo.
O«Texan» foi produzido sob licença na Austrália pela CAC, que introduziu algumas modificações ao modelo BT-9 da North American Aviation. Esse avião foi conhecido como Wirraway e cerca de 750 exemplares foram produzidos em várias versões. O Wirraway, é equivalente ao AT-6 Texan, mas com modificações estruturais que aumentaram a resistência da aeronave.
Uma versão de combate do «Texan» foi prevista ainda no final dos anos 30 e a North American promoveu essa solução, equipada com um motor mais potente de 600cv. O Peru encomendou seis e a Tailandia também fez uma encomenda que não chegou a ser entregue.
Alé dessas encomendas, mais ninguém mostrou interesse na solução «caça» directamente derivada do Texan.
Mas os planos e estudos para a solução «caça» com base no Texan prosseguiram na Austrália, onde o fabricante CAC efectuou uma série de alterações radicais, que conduziram ao caça «CA-13 Boomerang». Equipado com um motor de 1200cv
Terça, 15 Maio 2012 08:25
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Foram abertas rotas de carga de longo curso para Boston, Nova Iorque (JFK) e St. Maarten.
Bons voos!!!!
Terça, 15 Maio 2012 08:14
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Foram abertas novas rotas para o 757-200 - matricula da aeronave: LX034AB. Consultem.
As rotas de carga sairão em breve.
Rui Barros
CEO
Quinta, 10 Maio 2012 09:25
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Latest Message: 40 minutes ago
  • Rui A. 116 : I arrived at LFPO - Orly at this time!! :)
  • portilho : tudo bem , qualquer coisa diz
  • crispereira : estou em stand by pois meu FSX deu erro grave, peço dsclpas a todos. Ja estou a providenciar uma formatação no meu PC. Att. FLP037
  • crispereira : boas a todos!
  • davidcarreir : 6º lugar isto é obra! Sempre a abrir, para subir para os top 3. Viva a fly portugal!

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